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Com 1.847 cervejarias registradas, setor cervejeiro brasileiro cresce 6,8% e projeta expansão em 2025

O setor cervejeiro brasileiro segue em plena expansão e alcançou, ao final de 2023, o marco de 1.847 cervejarias registradas, segundo o Anuário da Cerveja 2024, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O número representa um crescimento de 6,8% em relação ao ano anterior, mantendo a trajetória ascendente e apontando boas perspectivas para 2025.

Expansão geográfica e diversidade regional

O aumento no número de cervejarias está espalhado por todas as regiões do país. Já são 771 municípios brasileiros com pelo menos uma cervejaria, o equivalente a 13,8% das cidades do Brasil.

Os estados com maior número de estabelecimentos são:

  • São Paulo – 410
  • Rio Grande do Sul – 335
  • Minas Gerais – 235
  • Santa Catarina – 225
  • Paraná – 171

A densidade cervejeira nacional chegou a uma cervejaria para cada 109.900 habitantes, sendo o Rio Grande do Sul o estado mais bem posicionado, com uma para cada 32.486.

Produção e variedade de rótulos

A produção nacional de cerveja totalizou 15,36 bilhões de litros em 2023. A Região Sudeste liderou com 53,4% do volume produzido, evidenciando a força industrial da região no setor.

Também houve um aumento na diversidade de produtos. Foram registrados 45.648 rótulos diferentes de cerveja, com uma média de 24,7 registros por estabelecimento — em São Paulo, a média é ainda maior: 33,3 por cervejaria.

Sustentabilidade e cultivo nacional de lúpulo

Um dos destaques do ano foi o fortalecimento da cadeia produtiva com foco em sustentabilidade. O cultivo de lúpulo nacional triplicou em 2023, reflexo de investimentos em inovação agrícola e de uma crescente valorização de insumos produzidos localmente.

O avanço do lúpulo brasileiro contribui não apenas para reduzir a dependência de importações, mas também para fortalecer a identidade das cervejas artesanais e fomentar a agricultura familiar.

Comércio exterior e importações

As exportações de cerveja brasileira cresceram 18,6%, somando 231,9 milhões de litros e gerando US$ 155,7 milhõesem receita. As cervejas nacionais foram enviadas para 75 países, com destaque para mercados da América do Sul, como Paraguai, Bolívia, Uruguai e Chile.

Já no cenário de importações, a Alemanha passou a liderar como principal país de origem das cervejas importadas pelo Brasil, representando 26% do total.

Impacto econômico e perspectivas

A cadeia produtiva da cerveja movimenta uma engrenagem econômica robusta: representa cerca de 2% do PIB nacional e gera mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos. Para cada vaga dentro de uma cervejaria, 34 novos postos de trabalho são criados ao longo da cadeia, do campo ao ponto de venda.

Com a consolidação de microcervejarias, o fortalecimento da produção local de insumos e a crescente valorização do produto nacional, as expectativas para 2025 são positivas. O setor deve continuar atraindo investimentos, ampliando exportações e diversificando ainda mais sua presença nos mercados nacional e internacional.

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